A ver posts de Agosto de 2009

Quando me decidi a fazer este espaço, incluíndo um blog, tive um dilema durante para aí dez segundos: faço eu um motor de blog, ou uso um dos disponíveis?

Volta e meia vejo por aí blogs de developers ou programadores que dizem à boca cheia, ah e tal, o blog foi feito por mim, não usei nenhum motor de blog ou CMS… Alguém tem demasiado tempo em mãos. Reparem que, se o blog for  única coisa do site, e se foi feito como proof of concept, até aceito; mas se for como integração num projecto mais vasto…

O bom programador é inerentemente um malandrão: código escreve-se uma vez e é reutilizável, e isto aplica-se não só ao nosso próprio código, mas a código livre de outros programadores, a menos que tudo o que encontremos, não sirva, de todo, os nossos interesses. Não é, claramente, o caso dos motores de blog, onde há motores para aí ao pontapé; as CMS’s são um caso diferente, onde nenhuma das existentes serve os meus interesses: ou tem funcionalidades a menos, ou tem funcionalidades a mais, ou tem mais buracos que um queijo suiço (e não me façam falar do Joomla).

Literalmente enquanto construía este espaço, atravessou-se-me ao caminho uma tecnologia social de que nunca tinha ouvido falar, em parte por eu sempre ter sido um autêntico bicho anti-(rede)-social. São os gravatars.

A palavra gravatar é uma abreviatura de globally recognized avatar e, como o próprio nome indica, é um avatar supostamente reconhecido pela ‘Net fora. Isto é, em vez de, por cada site, blog, fórum, etc., em que participemos, termos de carregar um avatar novo (ou, pior ainda, termos de nos sujeitar aos que existem disponíveis nas livrarias por defeito), lá está o nosso gravatar a acompanhar-nos…

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