A ver posts de Setembro de 2009

Num site em que página sim, página não vai ter código, é necessária uma forma de o apresentar convenientemente: com o espaçamento correcto, colorido, preferencialmente diferenciado por linguagem, e, já agora, com mais alguns extras, como a numeração das linhas.

A questão do espaçamento é facilmente resolvida envolvendo o código em tags <pre> </pre>. No entanto, dando de barato a questão das cores do código por enquanto, existe um problema muito maior: o espaçamento é mesmo respeitado! Se não colocarem nenhuma quebra de linha  - e a maior parte do código tem linhas bastante compridas – a caixa de código correspondente vai crescer por ali fora… E nem vale a pena fixar a largura das <pre> por CSS: o código vai simplesmente saltar fora da caixa!

Como é habitual, o Google eventualmente devolveu a solução a este problema, via blog do Tyler Longren (e uma adenda do Markku Laine). Os estilos necessários para forçar as quebras de linha dentro das <pre> é complexo, porque nem todos os browsers aceitam da mesma maneira (que surpresa…) e, precisamente por causa disso, a CSS não é standard compliant. A solução não me agradava nem um bocadinho, mas ainda a usei… durante um dia. Seja como for, porque pode dar jeito a alguém, cá vai (com os comentários traduzidos para português):

O webdeveloper que se preze enfia com o Google Analytics em tudo o que desenvolve; às vezes porque dá jeito, outras por questão de hábito. O que é certo, é que dá mil a zero ao AWStats (embora o AWStats, como corre na própria máquina que está a analisar, dê estatísticas de coisas que o Analytics não consegue – embora haja mais maneiras do gato ir ás filhozes).

Uma das coisas que sempre me fez espécie, é o facto do Google servir o Analytics descomprimido! E isto é mau por vários motivos:

  1. Apesar do script, hoje em dia, estar quase sempre morno por ser usado tantas vezes, volta e meia lá calha visitarmos uma página nova ou, sobretudo os webdevelopers, com a cache limpa – quando isso acontece, pega lá 24 kB. Podem dizer que 24 kB, hoje em dia, não é nada, mas…
  2. Mas esses 24 kB nem sempre vêm mal se chama! O lado mau do script ser tão conspícuo hoje em dia, é que os servidores do Google não têm mãos a medir para o servir a todos quanto o chamam e/ou os saltos que temos de dar até ao servidor estão entupidos. Não é incomum ver-se uma página bloqueada durante mais de 4 segundos à espera do Analytics, o que me leva ao terceiro ponto;
  3. A maneira recomendada pelo Google de se inserir o script deve ser a pior prática de sempre, via document.write(). Como se já não bastasse a tag <script> bloquear a página, a própria instrução que a insere, document.write(), também bloqueia! No dia em que, por qualquer motivo, o script teimar em não vir, temos uma página a carregar para toda a eternidade. Já é a pensar nisso que é recomendada a inserção imediatamente antes do </body>, mas, seja como for, não é agradável ver a página em carregamento durante tanto tempo.

Agora que já bati que chegue, vamos à solução, se é que ainda não deu para perceber pelo título do tópico: alojar o script na mesma máquina do site.

Pequena colecção de perguntas que, com toda a certeza, mais cedo ou mais tarde me irão colocar. Esta lista não é estática, por isso convém passar por cá de vez em quando.

Se o facto do post ser fixo não vos diz nada, cá vai: é fortemente aconselhado lerem isto antes de se registarem, para depois não terem surpresas. Não tem nada que não apliquem no vosso dia-a-dia, mas leiam, apesar de tudo.

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