A ver posts de Junho de 2010

Soube-se, na edição impressa do Expresso de hoje, que um ex-assessor do Governo passou para a SIEV, empresa pública que gere o sistema de portagens, e depois, no início deste ano, para a empresa que irá fornecer os dispositivos electrónicos de matrícula. Esse senhor dá pelo nome de Pedro Amado Bento.

Como causou estranheza a algumas pessoas a minha defesa da tecnologia subjacente ao DEM, já estou mesmo a ver o que é que me espera na próxima semana, devido à coincidência de nomes entre mim e este senhor. Por isso, quero deixar claro que não conheço Pedro Amado Bento de lado nenhum, que não é, que eu saiba, da minha família – da família directa não é de certeza – que não tenho, nem nunca tive, qualquer negócio ou contacto com qualquer um dos poisos deste senhor, que não lhe conheço sequer a chipala, nem morada, telefone, fax, telemóvel ou e-mail. Já agora, e apesar de ser sportinguista e ter defendido Paulo Bento até às últimas, o mesmo se aplica.

Obrigado e voltem sempre.

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Quando hoje de manhã recebo um alerta de que um link apontava para esta posta sobre o DEM com palavras-chave com pouca relevância, fiquei surpreso. Afinal, onde é que eu falava sobre o ambiente? O link tinha como texto “argumento de proteger o ambiente porque os carros param menos nas portagens”. Que raio?

Segui a origem, e fui dar a esta posta no Fliscorno. E lá estava, quase no fim, o seguinte parágrafo, com link para aqui – único sítio onde o DreamsInCode era linkado:

Quanto ao argumento de proteger o ambiente porque os carros param menos nas portagens, vá lá: podemos fazer humor mas por enquanto o assunto ainda é sério.

Ando para escrever esta posta há alguns dias, e tendo em atenção o que se passou hoje, ainda bem que não tive tempo. Se há coisa que me irrita nos políticos, e em todos os profissionais da comunicação que gravitam em torno dos mesmos, é justificarem decisões e combate político com argumentos pseudo-científicos. E quando começa a resvalar para a tecnologia, fico mesmo possuído. Já é difícil convencer as pessoas – sobretudo as mais velhas – que a tecnologia está cá para ajudar, sem ser preciso andarem estes melros a enfiarem-lhes macaquinhos sem cabimento pela goela abaixo. Para, repito, justificarem decisões e discursos do plano meramente político-partidário.

Pelo calibre dos discursos, artigos de opinião e postas de blogues, dou por mim a interrogar-me se todos eles leram Orwell, Huxley e Philip K. Dick, mas passaram à frente Asimov, Clarke e Sagan.

Nunca fui à bola com o Linux; por uma questão prática – a minha área de interesse principal era em aplicações desktop, desenvolvidas em .Net – sempre usei sistemas operativos Microsoft, desde o Windows 3.11 até ao 7 (passando por NT’s, Server’s e até o ME de má memória). Quando vim parar ao webdev, tive que aprender o suficiente sobre Linux para me desenrascar nas tarefas mais tradicionais associadas a um servidor, ao estilo tough love.

Apesar das várias distros mais comuns, como o Ubuntu, o Red Hat (ou a sua variante community Fedora) ou até o CentOS, acabei por me habituar a uma mais levezinha para não-conhecedores como eu, o Gentoo. O Gentoo tem uma particularidade que dá um jeitaço para quem está menos à vontade com compilações e instalações de pacotes, o Portage, onde apenas uma linha (curta) é o suficiente para instalar um pacote e suas dependências. Claro que depois tem opções específicas de cada pacote, mas as que vêm por defeito já são uma boa ajuda. Quando precisei de um servidor em casa, para projectos pessoais, pesquisa e investigação, escolhi esta distribuição.

Dentro da data esperada nestas coisas, lá saiu uma nova versão do Adobe Creative Suite, que já vai no número 5. Como fomos adiando o upgrade (que os pacotes são para o carotes), lá se chegou à conclusão que estava na hora de substituir o velhinho CS2 que lá andava por este novo CS5 (edição web premium).

De entre as milhentas novas funcionalidades (lembrem-se, do CS2 para o CS5), há uma, no Photoshop, que salta à vista pela facilidade de utilização, rapidez de resultados e própria qualidade dos mesmos: é o preenchimento consciente ao conteúdo. Eu sei, em tuga não tem nada boa pinta, no original soa muito melhor, content-aware fill, e é assim que lhe vou passar a referir (ou melhor, pelo acrónimo, CAF).

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