Conjunto de fotografias tiradas duma janela do meu apartamento há cerca de uma hora. Eu até já estava a estranhar, meio de Agosto e nem um incêndiozinho decente nas encostas do Marão. Uma ou outra fogueirita para os lados do Alvão, uma coisinha de nada no fim-de-semana lá para o Monte da Forca, e pouco mais.
O ar já estava pesado há que tempos, devido ao grande incêndio em S. Pedro do Sul e outros menores aqui à volta. Agora que esse e o do Gerês já estão mais ou menos controlados – que é uma maneira simpática de dizer que já ardeu tudo o que tinha que arder – eis que esses grandessíssimos filhos daquelas senhoras da rua, que deviam ir para onde o Queiroz mandou o outro, se viram para o Marão.
Porque, não me lixem, isto não é de “causas naturais”!
Quase desde o início do DreamsInCode que tenho tido uma luta com a tipografia do mesmo. Convém lembrar que eu sou mais programador do que designer, e que demoro eternidades até ficar satisfeito com cores, fontes, tamanhos, ícones…
A regra número um para fontes de leitura em monitores de computador é usar fontes sem serifas. As opções para a web ainda são algumas, como as mais clássicas Verdana (em uso neste momento) e Arial, assim como algumas mais específicas, como Tahoma (em uso anteriormente) ou Trebuchet MS. Estas três fontes comportam-se da seguinte maneira:
Como já disse aqui, tenho um servidor Gentoo Linux numa máquina virtual. Era uma instalação bastante simples, apenas o essencial a um servidor web privado, isto é, sem interface gráfica.
Mas, na sequência de ter arranjado um Mac baratucho (se é que alguma coisa da Apple possa ser chamada de baratucha – pronto, baratucho por standards Apple), comecei a sentir a falta da GUI também no Linux, quanto mais não fosse para me ser mais familiar nalguns projectos dos próximos tempos.