A ver posts de Janeiro de 2011

swype

Desde que tenho o meu telemóvel Android que tenho tido uma certa luta com o teclado; eu vinha de um Windows Mobile com teclado físico, completo, e estes teclados virtuais metiam-me uma confusão doida.

Ouvia falar do Swype há algum tempo, e sabia que vinha nalguns dos novos Android, mas sempre pensei que fosse em regime de exclusividade, isto é, sem hipótese de instalação posterior.

Entretanto, descobri que existia um programa de testes beta, o que é verdadeiramente espectacular. É um bocado doloroso de instalar: é preciso inscrever-mo-nos, fazer o download do instalador, desactivar a protecção de instalações de terceiros no Android, fazer o registo no instalador, enfim, um pain in the ass - mas vale a pena!

Mas o que é, afinal, o Swype?

Num mini-projecto que estou a preparar em HTML5 e CSS3, estou a usar cantos redondos feitos por CSS. O código para os fazer (ainda) é com os prefixos dos vários browsers e é muito simples:

/* standards */
border-radius: 1em 0.25em 2em 2em;
/* para o Firefox */
-moz-border-radius: 1em 0.25em 2em 2em;
/* para o Safari e Chrome */
-webkit-border-radius: 1em 0.25em 2em 2em;
/* para o Opera */
-o-border-radius: 1em 0.25em 2em 2em;

Nem preciso dizer que nenhuma versão corrente do Internet Explorer suporta isto, certo?

Só para que vejam o efeito, aqui fica uma bonita (cof, cof) caixa com este estilo aplicado:

Da Zon…

Quando me mudei cá para trás das pedras, vinha duma ligação Cabovisão com pouquíssimos problemas. Era estável, era raro falhar, e a única coisa que tenho a apontar é a nabice do serviço de apoio ao cliente, embora tenha aprendido ao longo dos anos que é um problema transversal a todos os serviços de apoio ao cliente, seja do que for.

Ainda antes de sair lá de perto do mar, fui-me informar que opções é que tinha de internet e televisão. Infelizmente, a Cabovisão não era uma das opções. A PT Multimedia tinha acabado de ser obrigada a fazer o spin-off da antiga TVCabo, e o Meo dava os primeiros passos.

Devo explicar o que é que sempre me irritou no serviço IPTV: não me podia dar ao luxo de levar uma pancada de 2 a 4 Mbits/s de cada vez que ligava a box, numa altura em que as velocidades máximas andavam pelos 8Mbits/s. Seja, então, o serviço da Zon.

Tive algumas peripécias inicias, uma sobre-facturação que demorou alguns três meses a resolver; depois, fui um dos primeiros a subscrever a novíssima Zonbox HD+DVR, que estava a transbordar de bugs, pelo que fui obrigado a devolvê-la passado um mês – embora tenha readerido mais tarde, quando ficou mais estável.

No entanto, a gota de água foi a descoberta que, apesar de ter o mesmo pacote, e consequente preço, dos restantes clientes, não tinha os mesmos serviços. Isto acontece com duas zonas do país, as servidas pelo head-end de Mirandela, o que significa toda a gente de Lamego para cima, e com o de Évora, que é, basicamente, todo o interior Alentejano. Depois de me andar a queixar durante alguns meses da falta do videoclube e dos widgets – já para não falar de bugs e particularidades que têm há anos, como os DNS completamente marados e o traffic-shaping agressivo – os nabos (lá está) do serviço de apoio ao cliente até a box me trocaram, quando deveriam estar cansados de saber que, naquela zona, eu nunca teria aqueles serviços.

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