A ver posts de Outubro de 2011

Uma tecnologia de virtualização por hardware que é suposto melhorar a performance; no entanto, a única coisa que faz é tornar a virtualização impossível. Alguém fez asneira, e não me parece que tenha sido a Intel

VMware LogoNa sequência da implantação do Linux do último post, queria instalar o Windows 7 que tinha acabado de ser substituído numa máquina virtual – afinal, tenho uma licença que de certezinha que não ia ficar a apanhar pó. Na realidade, como faço algumas coisas que precisam de ser testadas nas três principais plataformas, dava-me mesmo jeito. Além disso, tinha guardado os discos das máquinas virtuais que tinha anteriormente, e precisava dos dados que estavam dentro deles.

Decidi aproveitar o feriado da Implantação da República para "implementar" o Linux como sistema operativo principal na minha máquina de casa. Visto estar a escrever isto mais de duas semanas depois, está visto que a viagem foi tudo menos suave...

Kubuntu LogoHá algum tempo que o Windows me andava a irritar com pequenas coisas: ou era um compilador de C++ que não jogava muito bem com o sistema, ou a obrigatoriedade de ligar uma virtual machine de cada vez que queria trabalhar em webdev, e até algum peso que já começava a sentir na minha instalação do Windows 7. A decisão de instalar uma distribuição de Linux andava a criar raízes, apesar duma experiência muito má com uma distro Caldera, há 14 anos.

Os meus requisitos de escolha de uma distro eram claros e objectivos: ser activamente desenvolvida; ter uma base de utilizadores desktop de tamanho considerável; ter uma instalação seguida de zero a desktop (isto é, nada como o meu conhecido Gentoo); e que o sistema de desktop fosse o KDE (o Gnome dá-me nervos, e o Unity, então, deixa-me catatónico). Não existem assim tantas distros com todos estes requisitos, e o principal factor de desempate acabou mesmo por ser o tamanho da base de utilizadores – com mais de 50% de share em desktop e em 4º lugar (a subir rapidamente) em servidor, o vencedor era claramente o Ubuntu, na sua variante KDE, o Kubuntu.

Escolhi, ainda por cima, ao mesmo tempo a pior e a melhor semana para o fazer: quando me decidi a instalar, a versão disponível era a 11.04, e poucos dias depois saiu a 11.10. É bom ter uma versão nova para actualizar, se a actualização não me partisse tudo. Por outro lado, é chato ter de passar pelo processo de actualização, a menos que resolva um ou outro problema, o que acabou por acontecer.

Anyway, ao sentar-me para começar o processo de instalação do Kubuntu 11.04, pensei que estivesse despachado ao fim de 2 ou 3 horas. Oh, não podia estar mais enganado...

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