O melhor de eventos deste tipo é falar com pessoas. As mais variadas pessoas.

Nesse aspecto, até sinto que este Pixels Camp foi melhor do que eventos anteriores. Falei com imensa gente, de vários backgrounds. Tenho pena de não ter falado com ainda mais. Dos mais importantes ao participante anónimo, há sempre ideias para trocar e coisas para aprender. A malta é, no geral, genial.

Desde a rapaziada brilhante da UMinho, com o Fernando Mendes à cabeça, passando pelo tech-evangelist e mágico José de Castro (se não sabem o que é que estas duas coisas têm em comum, há-de aparecer uma keynote dele no YouTube), a doutoranda em bioengenharia Cátia Bandeiras, para já nem falar da malta da organização e dos lagostas (sabes que isto é um ícone do evento quando as localizações dentro do espaço têm como referencial as mesas deles), e imensas outras pessoas que de certeza me estou a esquecer.

Coloca a visão que tens de ti e do teu trabalho um bocado em perspectiva. Saio sempre de lá com um bocado de impostor syndrome e este ano não foi excepção. Não é uma coisa má: é uma motivação extra para te manteres actualizado e informado.

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