O Bruno Barão é um habitué destas andanças e, nos últimos anos, tem pertencido à organização. Tendo passado para a Bright Pixel, também este ano estava na organização, devidamente identificado com uma camisola amarela específica, como muitos outros.

O Bruno Barão é um tipo porreiro como, aliás, a esmagadora maioria do pessoal que organiza estas coisas. Pela minha experiência, são mesmo todos.

O Bruno Barão tinha um projecto para apresentar no final do Pixels Camp. Legitimamente. Não há nada que impeça um organizador de também participar na competição. E nunca deverá haver. Não faz sentido. Isto não é um sorteio, é uma competição baseada no mérito da ideia e da implementação, e não tem jeito nenhum tentar impedir uma pessoa, que por acaso está na organização, de ter boas ideias.

O Bruno Barão achou por bem trocar de camisola, para uma genérica, durante a apresentação dos projectos. Para evitar comentários.

O problema não é dele. Algo está errado na nossa comunidade, tão ligada ao movimento open-source, tão assente no cooperativismo, que força uma pessoa como o Bruno a sentir que deve demarcar-se da organização para participar na competição.

Não é ele; somos nós. E devíamos reflectir sobre isso.

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