A ver a categoria “Arduino”

Categoria sobre o Arduino (ou clones), o hardware open source, e electrónica em geral.

Esta posta é pouco mais que um repositório, mais para mim do que para o mundo. Posto isto…

Apresentações com conteúdos que quero explorar em mais profundidade, com aplicações práticas para o meu trabalho ou para projectos pessoais:

Para além das acima, a apresentação How to build your own Quadrocopter (vídeo e apresentação), por Lenz Grimmer, não me ensinou nada de novo, mas é um projecto que comecei no final do verão, para se ir fazendo.

Finalmente, a Dr. © - How I Learned to Stop Worrying and Love Fair-Use Licensing (vídeo e apresentação), pelo já acima nomeado André Luís, reflecte a minha posição em relação a licenciamento (é só visitar a licença aqui do DreamsInCode).

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And yet again, é mais uma falha do e-book, ou dos comerciais, da EarthShine Electronics que me leva a escrever esta posta. Um dos tutoriais era sobre um sensor de temperatura, e a lista de componentes, o esquema e o código reportam-se ao sensor LM35DT. No entanto, o sensor que está a ser enviado nos kits é o LM335Z, que é diferente a vários níveis:

  1. Logo a começar pela calibragem, que é linearmente proporcional em graus Celsius no primeiro e em graus Kelvin no segundo;
  2. O primeiro trabalha a 5V e o segundo a 3V (ligeiramente menos, pela datasheet, mas não é por aí);
  3. O primeiro tem um pino com o sinal de saída, o segundo funciona mais como um divisor de voltagem, sendo o terceiro pino para calibragem.

Posto isto, e depois de ter estudado atentamente a datasheet do LM335Z, enjorquei o seguinte circuito:

Continuando as experiências básicas com o Arduino – e aproveitando para aprender como se coloca um vídeo no YouTube (sim, nunca tinha colocado um vídeo no YouTube, e quê?) – aqui fica um irritante tocador de música, ao nível daqueles que vêm nos (irritantes) postais musicais.

O que é um cristal piezo-eléctrico?

Um cristal piezo-eléctrico é um tipo de cristal, natural ou sintético, capaz de gerar electricidade a partir de uma força mecânica que o deforme e o inverso, isto é, deformar-se ao ser-lhe aplicado uma corrente eléctrica. No caso concreto, vamos aplicar corrente ao bicho, obrigando-o a deformar-se. Essa deformação gera um click muito rápido. Se o conseguirmos colocar a deformar-se várias vezes por segundo, conseguimos gerar um ruído numa dada frequência, fazendo as nossas notas musicais.

Quem me conhece sabe que tenho imensas áreas de interesse, desde a música até à fotografia, física e religião, ténis e aeronáutica, e por aí fora; um coca-bichinhos, portanto. Como consequência, não sou realmente bom em nenhuma delas, tirando duas ou três onde invisto mais tempo e esforço.

Uma das áreas onde sempre quis investir mais foi na electrónica digital, mas nunca tive tempo, nem do outro tempo (€€), que a coisa ainda sai ligeiramente dispendiosa. Só a dificuldade em encontrar quem vendesse circuitos de portas lógicas seria complicado.

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