O webdeveloper que se preze enfia com o Google Analytics em tudo o que desenvolve; às vezes porque dá jeito, outras por questão de hábito. O que é certo, é que dá mil a zero ao AWStats (embora o AWStats, como corre na própria máquina que está a analisar, dê estatísticas de coisas que o Analytics não consegue – embora haja mais maneiras do gato ir ás filhozes).

Uma das coisas que sempre me fez espécie, é o facto do Google servir o Analytics descomprimido! E isto é mau por vários motivos:

  1. Apesar do script, hoje em dia, estar quase sempre morno por ser usado tantas vezes, volta e meia lá calha visitarmos uma página nova ou, sobretudo os webdevelopers, com a cache limpa – quando isso acontece, pega lá 24 kB. Podem dizer que 24 kB, hoje em dia, não é nada, mas…
  2. Mas esses 24 kB nem sempre vêm mal se chama! O lado mau do script ser tão conspícuo hoje em dia, é que os servidores do Google não têm mãos a medir para o servir a todos quanto o chamam e/ou os saltos que temos de dar até ao servidor estão entupidos. Não é incomum ver-se uma página bloqueada durante mais de 4 segundos à espera do Analytics, o que me leva ao terceiro ponto;
  3. A maneira recomendada pelo Google de se inserir o script deve ser a pior prática de sempre, via document.write(). Como se já não bastasse a tag <script> bloquear a página, a própria instrução que a insere, document.write(), também bloqueia! No dia em que, por qualquer motivo, o script teimar em não vir, temos uma página a carregar para toda a eternidade. Já é a pensar nisso que é recomendada a inserção imediatamente antes do </body>, mas, seja como for, não é agradável ver a página em carregamento durante tanto tempo.

Agora que já bati que chegue, vamos à solução, se é que ainda não deu para perceber pelo título do tópico: alojar o script na mesma máquina do site.

Pequena colecção de perguntas que, com toda a certeza, mais cedo ou mais tarde me irão colocar. Esta lista não é estática, por isso convém passar por cá de vez em quando.

Se o facto do post ser fixo não vos diz nada, cá vai: é fortemente aconselhado lerem isto antes de se registarem, para depois não terem surpresas. Não tem nada que não apliquem no vosso dia-a-dia, mas leiam, apesar de tudo.

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Bem-vindos ao blog do DreamsInCode!

Este blog servirá de apoio ao resto do site, onde poderão encontrar explicações e exemplos sobre as outras áreas e onde poderão deixar o vosso comentário, as vossas dúvidas e as vossas críticas. Servirá também como rampa de lançamento, isto é, antes de qualquer coisa aparecer nas outras áreas, será, certamente, abordada aqui inicialmente.

Os principais temas que aqui serão abordados têm direito a um ícone específico, e são os seguintes:

Quando me decidi a fazer este espaço, incluíndo um blog, tive um dilema durante para aí dez segundos: faço eu um motor de blog, ou uso um dos disponíveis?

Volta e meia vejo por aí blogs de developers ou programadores que dizem à boca cheia, ah e tal, o blog foi feito por mim, não usei nenhum motor de blog ou CMS… Alguém tem demasiado tempo em mãos. Reparem que, se o blog for  única coisa do site, e se foi feito como proof of concept, até aceito; mas se for como integração num projecto mais vasto…

O bom programador é inerentemente um malandrão: código escreve-se uma vez e é reutilizável, e isto aplica-se não só ao nosso próprio código, mas a código livre de outros programadores, a menos que tudo o que encontremos, não sirva, de todo, os nossos interesses. Não é, claramente, o caso dos motores de blog, onde há motores para aí ao pontapé; as CMS’s são um caso diferente, onde nenhuma das existentes serve os meus interesses: ou tem funcionalidades a menos, ou tem funcionalidades a mais, ou tem mais buracos que um queijo suiço (e não me façam falar do Joomla).

Literalmente enquanto construía este espaço, atravessou-se-me ao caminho uma tecnologia social de que nunca tinha ouvido falar, em parte por eu sempre ter sido um autêntico bicho anti-(rede)-social. São os gravatars.

A palavra gravatar é uma abreviatura de globally recognized avatar e, como o próprio nome indica, é um avatar supostamente reconhecido pela ‘Net fora. Isto é, em vez de, por cada site, blog, fórum, etc., em que participemos, termos de carregar um avatar novo (ou, pior ainda, termos de nos sujeitar aos que existem disponíveis nas livrarias por defeito), lá está o nosso gravatar a acompanhar-nos…

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