Cá estamos de novo no Codebits – como diz na sua tagline, “são três dias, 24 horas por dia, 800 assistentes, conferências, workshops, comida e bebidas com força, competição de programação de 48 horas, quiz show, karaoke de apresentações, competição de segurança, consolas de jogos, LEGO, divertimento, uma experiência inesquecível”.

O dia começou bastante cedo para mim, que vim de comboio. Enjoado que nem um peru, com apenas duas horas de sono; doente. E, ao chegar, com fome. Para adicionar insulto à injúria, queria tirar umas fotografias ao rio junto à Parque Expo, enquanto não abria o registo, mas um nevoeiro cerradíssimo nem deixava ver a ponte.

Uma tecnologia de virtualização por hardware que é suposto melhorar a performance; no entanto, a única coisa que faz é tornar a virtualização impossível. Alguém fez asneira, e não me parece que tenha sido a Intel

VMware LogoNa sequência da implantação do Linux do último post, queria instalar o Windows 7 que tinha acabado de ser substituído numa máquina virtual – afinal, tenho uma licença que de certezinha que não ia ficar a apanhar pó. Na realidade, como faço algumas coisas que precisam de ser testadas nas três principais plataformas, dava-me mesmo jeito. Além disso, tinha guardado os discos das máquinas virtuais que tinha anteriormente, e precisava dos dados que estavam dentro deles.

Decidi aproveitar o feriado da Implantação da República para "implementar" o Linux como sistema operativo principal na minha máquina de casa. Visto estar a escrever isto mais de duas semanas depois, está visto que a viagem foi tudo menos suave...

Kubuntu LogoHá algum tempo que o Windows me andava a irritar com pequenas coisas: ou era um compilador de C++ que não jogava muito bem com o sistema, ou a obrigatoriedade de ligar uma virtual machine de cada vez que queria trabalhar em webdev, e até algum peso que já começava a sentir na minha instalação do Windows 7. A decisão de instalar uma distribuição de Linux andava a criar raízes, apesar duma experiência muito má com uma distro Caldera, há 14 anos.

Os meus requisitos de escolha de uma distro eram claros e objectivos: ser activamente desenvolvida; ter uma base de utilizadores desktop de tamanho considerável; ter uma instalação seguida de zero a desktop (isto é, nada como o meu conhecido Gentoo); e que o sistema de desktop fosse o KDE (o Gnome dá-me nervos, e o Unity, então, deixa-me catatónico). Não existem assim tantas distros com todos estes requisitos, e o principal factor de desempate acabou mesmo por ser o tamanho da base de utilizadores – com mais de 50% de share em desktop e em 4º lugar (a subir rapidamente) em servidor, o vencedor era claramente o Ubuntu, na sua variante KDE, o Kubuntu.

Escolhi, ainda por cima, ao mesmo tempo a pior e a melhor semana para o fazer: quando me decidi a instalar, a versão disponível era a 11.04, e poucos dias depois saiu a 11.10. É bom ter uma versão nova para actualizar, se a actualização não me partisse tudo. Por outro lado, é chato ter de passar pelo processo de actualização, a menos que resolva um ou outro problema, o que acabou por acontecer.

Anyway, ao sentar-me para começar o processo de instalação do Kubuntu 11.04, pensei que estivesse despachado ao fim de 2 ou 3 horas. Oh, não podia estar mais enganado...

Uma das mais notáveis e poderosas canções de amor da história do rock, Layla, baseado no conto persa Layla e Majnun, tem na sua construção um amor não correspondido, o autor persuadido a mudar de uma balada para um rock mais agreste, e a contribuição improvável de um baterista.

clapton-is-god-7883391Em meados da década de 1960, os Beatles estavam no auge da sua carreira, e Eric Clapton tinha atingido o estatuto de figura maior como guitarrista no Reino Unido (ao ponto de alguém ter grafitado Clapton is God numa estação de metro). Como é normal, Clapton e os vários elementos dos Beatles conheciam-se e já tinham tocado juntos nalgumas sessões privadas.

Um dos mais fortes laços criados foi entre Clapton e George Harrison, e a história de Layla começa, precisamente, quando Harrison casa com a modelo Pattie Boyd, em 1966.

Apenas dois assuntos breves, à laia de heads up.

SAPO Codebits 2011

Vem aí a edição 2011 do SAPO Codebits, e eu já estou aprovado para o evento. Algumas das apresentações têm muito bom aspecto e já tenho umas poucas que estou impaciente para ver. Infelizmente, ainda não é este ano que entro com uma apresentação, porque cheguei à conclusão que não tenho tempo até Novembro para acabar um projecto relacionado com o tema que pretendo abordar – vamos lá a ver se para o ano é que é…

Anyway, quem se quiser inscrever é capaz de ainda ir a tempo. Ide, que vale a pena.

Finalmente, o meu domínio

Para quem não sabe, mjamado é o meu nick em fóruns, online gaming e por aí (em blogs, normalmente, uso apenas Marco). Só que o domínio mjamado.com, com grande pena minha, estava ocupado, aos anos – ainda por cima, muito mal aproveitado, apenas com página inicial (mais sobre o inquilino anterior abaixo).

Com a ajuda dos meus amigos na Hocnet, e com alguma paciência, consegui, finalmente, que o domínio viesse parar às minhas mãos. Com um backorder colocado há mais de um ano, era uma questão de tempo até alguém se esquecer de pagar a conta, ou decidir que o investimento não compensava. Seja o que for que tenha acontecido, ainda bem – agora é meu (juntamente com o .net).

Esse domínio irá passar por, pelo menos, três fases nos próximos tempos. Para já, e por falta de tempo, aponta aqui para o DreamsInCode. Nos próximos dias, e durante algumas semanas, terá uma landing page com um aviso que o domínio mudou de mãos, assim como as informações relevantes sobre o inquilino anterior. De seguida, e por um período indeterminado enquanto decido o que (e se) farei com ele de forma mais permanente, terá um cartão de visita | CV resumido | about me (riscar o que não interessa).

Como eu sei que estas coisas podem ser um bocado chatas, aqui ficam, para já, as informações relevantes sobre o antigo inquilino:

MJA Messias Jorge Amado

Armazenista – Componentes de cozinha, roupeiros e electrodomésticos.

Oficina:
Quinta do Papel, Arm. 4-5 (CAMBORNAC)
S. MARCOS – 2735 CACÉM
TEL. 214 264 904 – TLM. 916 634 948 / 708 / 726

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Quando mudei para a Meo, o que já de si foi uma aventura, relatada aqui, optei por desligar completamente o wireless do router deles, o Thomson TG784. Não conseguia, de maneira nenhuma, encontrar forma de filtrar os acessos por MAC address, embora tivesse quase a certeza que essa opção existiria algures. Como estava bem servido de wireless pelo meu WRT54G, perdi relativamente pouco tempo de volta disso.

A minha configuração era, portanto, o TG784 servia a MeoBox, o media center e o WRT54G, que, por sua vez, servia o resto dos equipamentos ethernet no escritório e os dispositivos wireless.

Mas as vidas e os cabos de rede dão muitas voltas, e esta configuração tinha os dias contados…

Adenda:

Diz que afinal foi lapso. A imagem já está creditada, depois de me queixar lá. Só me interrogo porque não pediram antes.

Adenda da Adenda:

Afinal, já nem creditada está, foi substituída por outra. Tive que rir. Ide ver. Espero que tenham tido o bom senso de alterar a classe CadeiraItem, ao invés de obrigarem algum desgraçado a copiar e colar 230 bonequinhos. É sintomático que um site desta natureza faça o spin de me fazer passar, a mim, por mau da fita nesta história.

Adenda da Adenda da Adenda:

E, finalmente, o gráfico que lá está já não parece ter sido gerado pelo meu aplicativo. Preferem ter mais trabalho do que creditar as fontes. Se fazem isto com uma imagem, que fará de toda a informação que por lá está…

Minha imagem, eleições de 2005

Parece que anda para aí um site cuja missão é informar de forma imparcial, “ligando os pontos”, como eles dizem, “cruzando informação”. Dizem que aceitam ”todo o conteúdo que tenha a ver com” “corrupção quer de entidades privadas, quer públicas (empresas, municípios, estado, etc)” e ainda “más práticas de governação, mais uma vez quer no sector privado, quer publico”.

Imagem do Tretas.org, eleições 2011

Muito bem. Eu cá acho óptimo. É uma excelente ideia dos senhores do Tretas.org, à imagem, muito em voga, do WikiLeaks.

Já não acho é muita piada quando se servem do DreamsInCode sem o citar. Eu não peço grande coisa, a licença é muito lata, mas, porra, custa assim tanto dizer de onde foi roubada a imagem?

Para finalizar a série de posts sobre este tema, mais uma ronda de gráficos, com os resultados das legislativas de 5 de Junho. Mais uma vez, não muda grande coisa.

Não esquecer que eu não contabilizo os quatro deputados dos dois círculos fora de Portugal, e que estes resultados são ainda de “escrutínio provisório”.

Imagem do Google AnalyticsNa semana passada mandei um e-mail ao Valupi, do Aspirina B, com uma piadola acerca das eleições.

O Val, que, apesar de tudo, é um sport, colocou a minha chancada na forma de post. O resultado, em páginas vistas aqui no DreamsInCode, é o que se pode ver aí ao lado. Brutal.

Tenho que mandar mais piadas ao Val

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Não me vou alongar muito, vou só despejar uns gráficos do que propuseram dois dos candidatos e tirar a conclusão mais ou menos óbvia no fim. Cada um que tire quaisquer outras que quiser.

Há apenas uma pequena nota: os deputados dos círculos da Europa e Resto do Mundo são sempre quatro (dois para cada círculo) e, normalmente, não mudam grande coisa. Como tal, ignorei-os completamente, nem sequer os desenhando. Como tal, os gráficos têm sempre menos quatro deputados do que o real ou proposto.

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