The 500 Blog - Homepage
Em Novembro surgiu um desafio no P@P para criar um blog em 500 linhas. O objectivo não era fácil (tanto eu como o outro participante falhámos, de largo), mas, pelo menos, ficou montado um motor próprio para aprendizagem, com muitos exemplos do que devem ser boas práticas de programação em PHP. O projecto está no GitHub, em duas branches: a master e a compact, que é igual à outra, mas sem comentários, sem linhas em branco, instruções inline onde é possível, etc. O que se segue é a tradução adaptada do README que acompanha o projecto.

Por esta altura, já toda a gente deve ter ouvido falar do Projecto de Lei 118/XII, que visa actualizar o antigo regime da cópia privada, vertido no artigo 47º artigo 75º1 do Código do Direto de Autor e Direitos Conexos. Se realmente não sabem do que estou a falar, é porque só podem ter estado debaixo de uma pedra nas últimas semanas; de qualquer forma, podem ver tudo o que já foi escrito na blogosfera e na comunicação social, em listas compiladas pela Jonas.

Por falta de tempo, e também para acertar as minhas ideias sobre o assunto, fui adiando a escrita deste post. Felizmente, parece agora que o consenso inicial se desfez, primeiro pelo Bloco de Esquerda, que continua a tomar decisões políticas baseadas na timeline dos hipsters do Twitter, e, depois, pelo CDS-PP, através do seu deputado, representante na comissão parlamentar respectiva e geek de pleno direito, Michael Seufert. Aguardam-se cenas do próximo capítulo, mas já não é tão líquido que isto passe por dá cá aquela palha.

Ora bem, antes de mais quero chutar já um assunto para canto: isto não é sobre pirataria, ok? A SPA, a cada comunicado sobre isto, consegue lá enfiar a pirataria, sabe-se lá como – mas, ou é burrice, ou é má fé. A PL 118 é sobre a cópia privada, que é um acto legal; eu compro um CD, ou um livro, e tenho direito a efectuar cópias para meu uso exclusivo. Pode ser como segurança, pode ser para ter na sala e na casa de banho, whatever.

Repito, a cópia privada não é pirataria e é legal.

Por que é necessário termos um regime jurídico da cópia privada (e, sim, já o temos há muito, esta proposta só o vem actualizar)? Em primeiro lugar, e obviamente, para declarar a cópia privada como um acto legal. Em segundo, menos óbvio, para compensar os artistas por essas cópias privadas.

Legos FTW

Com alguns dias de atraso (cof, cof), aqui ficam algumas notas soltas sobre o Codebits V, por nenhuma ordem em particular.

O bar/restaurante, este ano, era muito longe, e fora do recinto. É um productivity killer. Um tipo sai para ir trincar qualquer coisa às três da manhã, já que se está na rua fuma-se um cigarro, depois aparece outro tipo, fica-se na conversa, mais um cigarro... No ano passado, era muito mais eficaz.

Deu-me a sensação que os speakers têm medo de abordar temas mais mainstream. Não descurar o potencial duma talk sobre linguagens mais comuns, como PHP, C++ ou até Python. Será que é falta de speakers desses temas, ou é pressão de apresentar sempre sobre a ponta da tecnologia?

Por falar em pressão, a pressão sobre o Inglês como língua oficiosa do evento está a destruir algumas boas talks. Há speakers que não estão preparados para apresentar em Inglês, ponto.

Ainda sobre pressão, mas no mundo empresarial, um evento destes só tinha a ganhar com mais talks sobre soft skills – este ano foi dado um passo na direcção correcta, com o Elevator Pitch, mas podia haver outras sobre networking, trabalho em equipa, coaching, por aí.

A organização ouviu as queixas do ano passado, e elevou os altifalantes dos palcos secundários para uns tripés – kudos!

Entrada

Com alguns dias de atraso, aparecem finalmente as notas do 3º dia de Codebits V. Tal como no ano passado, o dia da partida e os dias seguintes são demasiado preenchidos e cansativos para isto aparecer mais rápido – a gerência pede desculpa.

À noite ocorreu uma situação que eu não tinha previsto: como estive acordado até bastante mais tarde do que no dia anterior, a quantidade de malta que já tinha construído o ninho era bastante maior, tendo usado a quase totalidade dos bean bags existentes. Depois de duas voltas ao recinto, encontrei apenas um livre, e tive que me desenvencilhar. Isto é, as minhas costas e traseiro tiveram que lidar com o chão duro o melhor que puderam; apenas duas horas de sono e directamente no chão não foi propriamente a minha experiência ideal de vida.

De qualquer forma, acordei um bocado atrasado, e depois de tratar dos afazeres matinais (vá lá, Sapo, uns vestiários – eu já nem peço uns chuveiros; é que trocar de roupa na casa de banho dá uma trabalheira do demónio) e do pequeno-almoço, incrivelmente, ainda cheguei a tempo de apanhar as talks que queria ver ao vivo. Provavelmente, algum atraso deve ter jogado a meu favor.

Vista geralO dia começou bastante bem, atendendo às circunstâncias – os dois bean bags aguentaram-se no sítio sem me deixarem cair (em grande parte por ter evitado mexer-me desde que me deitei, incluindo durante os 30 minutos que habitualmente demoro a adormecer), a manta que mafiei à minha esposa é muito melhor que aquela coisa estranha que a TMN ofereceu no ano passado, não dormi mais do que o esperado (até acordei antes do despertador, what about that?) e as únicas coisas más foram as do costume: ter que fazer uma gincana terrível para trocar de roupa na casa de banho e ter acordado com o nariz completamente entupido (não estou a ficar melhor, não). Até tive tempo para o meu ritual matinal do costume (cigarro » pequeno-almoço » café » cigarro) antes de começarem as talks...

Cá estamos de novo no Codebits – como diz na sua tagline, “são três dias, 24 horas por dia, 800 assistentes, conferências, workshops, comida e bebidas com força, competição de programação de 48 horas, quiz show, karaoke de apresentações, competição de segurança, consolas de jogos, LEGO, divertimento, uma experiência inesquecível”.

O dia começou bastante cedo para mim, que vim de comboio. Enjoado que nem um peru, com apenas duas horas de sono; doente. E, ao chegar, com fome. Para adicionar insulto à injúria, queria tirar umas fotografias ao rio junto à Parque Expo, enquanto não abria o registo, mas um nevoeiro cerradíssimo nem deixava ver a ponte.

Uma tecnologia de virtualização por hardware que é suposto melhorar a performance; no entanto, a única coisa que faz é tornar a virtualização impossível. Alguém fez asneira, e não me parece que tenha sido a Intel

VMware LogoNa sequência da implantação do Linux do último post, queria instalar o Windows 7 que tinha acabado de ser substituído numa máquina virtual – afinal, tenho uma licença que de certezinha que não ia ficar a apanhar pó. Na realidade, como faço algumas coisas que precisam de ser testadas nas três principais plataformas, dava-me mesmo jeito. Além disso, tinha guardado os discos das máquinas virtuais que tinha anteriormente, e precisava dos dados que estavam dentro deles.

Decidi aproveitar o feriado da Implantação da República para "implementar" o Linux como sistema operativo principal na minha máquina de casa. Visto estar a escrever isto mais de duas semanas depois, está visto que a viagem foi tudo menos suave...

Kubuntu LogoHá algum tempo que o Windows me andava a irritar com pequenas coisas: ou era um compilador de C++ que não jogava muito bem com o sistema, ou a obrigatoriedade de ligar uma virtual machine de cada vez que queria trabalhar em webdev, e até algum peso que já começava a sentir na minha instalação do Windows 7. A decisão de instalar uma distribuição de Linux andava a criar raízes, apesar duma experiência muito má com uma distro Caldera, há 14 anos.

Os meus requisitos de escolha de uma distro eram claros e objectivos: ser activamente desenvolvida; ter uma base de utilizadores desktop de tamanho considerável; ter uma instalação seguida de zero a desktop (isto é, nada como o meu conhecido Gentoo); e que o sistema de desktop fosse o KDE (o Gnome dá-me nervos, e o Unity, então, deixa-me catatónico). Não existem assim tantas distros com todos estes requisitos, e o principal factor de desempate acabou mesmo por ser o tamanho da base de utilizadores – com mais de 50% de share em desktop e em 4º lugar (a subir rapidamente) em servidor, o vencedor era claramente o Ubuntu, na sua variante KDE, o Kubuntu.

Escolhi, ainda por cima, ao mesmo tempo a pior e a melhor semana para o fazer: quando me decidi a instalar, a versão disponível era a 11.04, e poucos dias depois saiu a 11.10. É bom ter uma versão nova para actualizar, se a actualização não me partisse tudo. Por outro lado, é chato ter de passar pelo processo de actualização, a menos que resolva um ou outro problema, o que acabou por acontecer.

Anyway, ao sentar-me para começar o processo de instalação do Kubuntu 11.04, pensei que estivesse despachado ao fim de 2 ou 3 horas. Oh, não podia estar mais enganado...

Uma das mais notáveis e poderosas canções de amor da história do rock, Layla, baseado no conto persa Layla e Majnun, tem na sua construção um amor não correspondido, o autor persuadido a mudar de uma balada para um rock mais agreste, e a contribuição improvável de um baterista.

clapton-is-god-7883391Em meados da década de 1960, os Beatles estavam no auge da sua carreira, e Eric Clapton tinha atingido o estatuto de figura maior como guitarrista no Reino Unido (ao ponto de alguém ter grafitado Clapton is God numa estação de metro). Como é normal, Clapton e os vários elementos dos Beatles conheciam-se e já tinham tocado juntos nalgumas sessões privadas.

Um dos mais fortes laços criados foi entre Clapton e George Harrison, e a história de Layla começa, precisamente, quando Harrison casa com a modelo Pattie Boyd, em 1966.

Apenas dois assuntos breves, à laia de heads up.

SAPO Codebits 2011

Vem aí a edição 2011 do SAPO Codebits, e eu já estou aprovado para o evento. Algumas das apresentações têm muito bom aspecto e já tenho umas poucas que estou impaciente para ver. Infelizmente, ainda não é este ano que entro com uma apresentação, porque cheguei à conclusão que não tenho tempo até Novembro para acabar um projecto relacionado com o tema que pretendo abordar – vamos lá a ver se para o ano é que é…

Anyway, quem se quiser inscrever é capaz de ainda ir a tempo. Ide, que vale a pena.

Finalmente, o meu domínio

Para quem não sabe, mjamado é o meu nick em fóruns, online gaming e por aí (em blogs, normalmente, uso apenas Marco). Só que o domínio mjamado.com, com grande pena minha, estava ocupado, aos anos – ainda por cima, muito mal aproveitado, apenas com página inicial (mais sobre o inquilino anterior abaixo).

Com a ajuda dos meus amigos na Hocnet, e com alguma paciência, consegui, finalmente, que o domínio viesse parar às minhas mãos. Com um backorder colocado há mais de um ano, era uma questão de tempo até alguém se esquecer de pagar a conta, ou decidir que o investimento não compensava. Seja o que for que tenha acontecido, ainda bem – agora é meu (juntamente com o .net).

Esse domínio irá passar por, pelo menos, três fases nos próximos tempos. Para já, e por falta de tempo, aponta aqui para o DreamsInCode. Nos próximos dias, e durante algumas semanas, terá uma landing page com um aviso que o domínio mudou de mãos, assim como as informações relevantes sobre o inquilino anterior. De seguida, e por um período indeterminado enquanto decido o que (e se) farei com ele de forma mais permanente, terá um cartão de visita | CV resumido | about me (riscar o que não interessa).

Como eu sei que estas coisas podem ser um bocado chatas, aqui ficam, para já, as informações relevantes sobre o antigo inquilino:

MJA Messias Jorge Amado

Armazenista – Componentes de cozinha, roupeiros e electrodomésticos.

Oficina:
Quinta do Papel, Arm. 4-5 (CAMBORNAC)
S. MARCOS – 2735 CACÉM
TEL. 214 264 904 – TLM. 916 634 948 / 708 / 726

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